Hoje trazemos mais uma edição do Meet the Generation onde vos apresentamos um dos grandes jogadores de Counter Strike Portugal e que faz parte da nossa ‘Hive’.

1. Boa tarde Fábio “BuJ” Ferreira, antes de mais obrigado por estares connosco, é um prazer ter-te pela segunda vez a representar as cores dos Electronik Generation em CS :GO. Para quem não te conhece tão bem, queres falar um bocadinho de quem é o homem por detrás do nick “BuJ” ?

R: Boa tarde, o prazer é todo meu. Sou o Fábio, tenho 29 anos, jogo Counter Strike competitivamente desde 2006. Joguei CS Source até 2011 onde ganhei tudo o que havia para ganhar em Portugal e também fizemos bons resultados lá fora, o que nos permitiu chegar ao Top10 europeu. Em 2011 deixei o jogo, pois emigrei com a minha esposa e estive fora do país durante 2 anos. Voltei ao CS:GO quatro anos e meio depois. Recebi convite na altura dos AlienTech Esports por parte do Vitor “SCRM” Vale e do Bruno “Bloodz” Mourão, após tudo isso estou aqui nos Electronik Generation.

2. Lá em casa, a tua esposa é o Player 2 ou não a consegues pôr a jogar, e se sim, qual é o jogo em que ela te dá uma tareia?

R: Não, a minha esposa não é o Player 2, ela não vê nem joga CS:GO porque não gosta do jogo, mas dá-me tareia naqueles jogos do Facebook.

3. Por curiosidade, para além do CS, que hobbies ocupam o teu tempo? Praticas algum tipo de desporto?

R: O meu Hobbie é jogar CS:GO, não jogo outros jogos. Jogo CS:GO em equipa e depois quando não estou a treinar com a equipa ou jogo FACEIT/IPL/DM. Sempre fiz desporto, joguei futebol federado durante alguns anos, mas tive de deixar devido a uma lesão grave e também fiz ginásio durante muito tempo, mas de momento estou um bocado preguiçoso xD.

4. Se de hoje para amanhã, o CS:GO não existisse mais, que outro jogo escolherias para o substituir?

R: Como não jogo nenhum jogo para alem de CS:GO, acho que teria de aprender a gostar de PUBG. Não gosto do jogo, mas os meus amigos e irmão jogam todos.

 

5. Como começou a tua paixão por CS:GO e  se já jogaste mais algum jogo competitivamente a nível de Esports?

R: Começou há muitos anos atrás quando eu e o meu irmão começámos a jogar com o nosso primo, mas como eu disse anteriormente, eu jogava futebol e não podia ir a torneios, pois eram aos fins de semana. Quando me lesionei, estive muito tempo sem jogar futebol e depois acabei por deixar o desporto. Como ficava muito tempo em casa devido a algumas operações, jogava muito tempo Counter Strike que é também o único que joguei competitivamente.

6. Estás numa equipa com alguns jogadores com quem já jogaste no passado, nomeadamente o Bloodz e o SCRM.  Qual achas que é a importância da coesão de uma equipa e consideras que a chave para o sucesso é a longevidade da mesma?

R: A maior importância para mim é conhecer a maneira de jogar, assim como a maneira de ser deles. Quando se joga com pessoas que já conhecemos bem facilita todos os processos numa equipa nova.

7. Quais são os objectivos da equipa para o ano 2018, especificamente para a Super Liga Portugal onde competem os Electronik Generation actualmente?

R: Os objectivos para este ano é nos qualificarmos sempre para as LANS. Na Super Liga Portugal não foge a regra, queremos ficar entre as 4 primeiras e ir a LAN.

8. E a nível individual, onde gostavas de chegar como jogador de CS:GO? Qual é a equipa de sonho com a qual sempre quiseste competir ?

R: Claro que gostava de chegar bem mais além, como qualquer um, mas vivo um dia de cada vez e sei que não é assim tão fácil como se pensa. Uma das equipas que gostava mais de jogar com eram os SK Gaming por razões óbvias e também os G2 Esports, pois era uma equipa que, no CS Source, treinava com eles muitas vezes e agora estão no top mundial.

9. Tivemos a saída de vários jogadores nacionais para o estrangeiro no final de 2017, tu próprio competiste fora de Portugal durante o mesmo ano. Quão importante é para a evolução de um jogador ter experiência competitiva fora de Portugal?

R: A meu ver, no caso das equipas espanholas evolui-se muito mais, pois as equipas têm mais condições e os jogadores são profissionais, e não semi-profissionais, dedicando-se apenas ao CS:GO, o que leva obviamente a um crescimento muito mais rápido como jogadores, porque a nível de qualidade individual acho que os portugueses não ficam nada atrás dos espanhóis.

10. Para finalizar, queres deixar algumas palavras ou agradecimentos a alguém?

R: Sim, claro, quero agradecer pela entrevista em primeiro lugar, depois quero agradecer aos Electronik Generation por esta nova etapa e também aos meus teammates Bloodz, SCRMSunstyler e Xaims, um obrigado e abraço.

 

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Tiago Principe
Março 12, 2018
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